carneiro's profileEspaço de carneiroPhotosBlogListsMore Tools Help

Espaço de carneiro

carneiro luiz

Occupation
Location
Interests
JE SUI RIGOLE
Photo 1 of 1
May 29

Falando sobre Lula aproveita evento para ironizar Serra sobre livros didáticos - Artigo - notícias

Águas vão rolar
A negociação da Celg, via BNDES, é única saída para sua sobrevivência. A estatal deve R$ 700 milhões para empresas do sistema Eletrobrás – noves fora R$ 370 milhões com bancos, fornecedores e Fundação Eletra.
Novo Alcides
Alcides Rodrigues mostrou determinação ao caracterizar estilo de administrar: “Franqueza, transparência e firmeza.” E enfatizou: “É um governo que trabalha, tem norte e propostas.”
Eficiência e cia.
Alcides falou em pressões, mas destacou harmonia administrativa, fruto da contrapartida respeitosa do governo. E não esqueceu de elogiar a Assembleia, que aprovou todos seus projetos.
Braço forte
Alicerce financeiro do Estado, Jorcelino Braga se disse orgulhoso de trabalhar com Alcides: “Um governo corajoso que faz muito mais com muito menos.”
1ª vice? É rotina!
Jorcelino Braga achou normal a eleição de Marconi Perillo para a vice-presidência do Senado.
Caiado, jogo duro
Ronaldo Caiado desceu a mutamba nos números do PAC, justo às vésperas do encontro de Alcides com Lula. Segundo o líder do DEM, apenas 21,7% das obras foram realizadas em 2008.
Na veia
Para Caiado, Lula maquiou números do PAC para inflar a candidatura de Dilma Roussef.
Pasto sem boi
Marco Aurélio Fernandes, da AGCZ, enxerga crise na pecuária: “Não tem boi sobrando, e a oferta não ajusta à demanda.”
Operação Celg/BNDES - ou crônica
de um divisor político anunciado

Verdadeiro divisor de águas com reflexos políticos. É assim que está sendo interpretada audiência de hoje do governador Alcides Rodrigues com o presidente Lula, às 15 horas, tendo como pano de fundo a operação BNDES, que objetiva capitalizar a Celg em R$ 1,3 bilhão - seja por empréstimo ou venda de ações, conforme admitiu ontem o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga. No Palácio do Planalto, com ressonância entre líderes do PT e do PP, o que se diz é que o socorro emergencial, em plena crise financeira mundial, terá custo político: o atrelamento do governador aos planos de Lula para a sucessão presidencial e também de Goiás. Até agora, Alcides Rodrigues tem driblado com extrema sabedoria as investidas para se posicionar politicamente sobre 2010, tanto no Estado quanto em Brasília, mas, desta vez, não será fácil adiar a decisão. Os recursos pretendidos são de grande monta e poderiam ser usados para a geração de empregos e não necessariamente na salvação de uma empresa estadual. No Palácio das Esmeraldas, aventou-se a possibilidade de participação da bancada federal na audiência, de forma suprapartidária, mas a ideia foi descartada - primeiro, para dar conotação estritamente técnica à operação e, segundo, para deixar o presidente Lula completamente à vontade - quem sabe, propor pacto nas relações políticas com Goiás.

u Sombras de Alcides na reunião com confeccionistas: Ademir Menezes, Helder Valin, Paulo Afonso, Luiz Medeiros, Ozair José, Tião Costa, Laudeni Lemes e Daniel Messac.
u No seminário do Sinduscon, a AGM contou 75 prefeitos à sombra de Marconi Perillo e Iris Rezende.
u Prefeito Iris Rezende estará no Jaó, hoje, às 8 horas, para explicar incentivo fiscal, com isenção parcial ou total de IPTU, para clubes recreativos e esportivos de Goiânia.
u Governador do Tocantins, Marcelo Miranda inaugura hoje o Estádio Leôncio Miranda, em Araguaína, com o time misto do Goiás E. Clube e show da Banda Calypso.
u É hoje a posse de Gerson Almeida Taguatinga na presidência do Crea, a partir das 21 horas, no Oliveira’s Place.
u Deputado João Campos participa de seminário sobre educação nas prisões, nos dias 17 e 18, em Madri, na Espanha. Campos presidiu a Comissão de Segurança Pública.
u Domingo, às 11 horas, o lançamento da Coleção Grandes Libaneses de Goiás, na Paróquia Mãe de Misericórdia, incluindo as biografias de Fued Naciff e Alberto Rassi.
u Josué Gouveia, agora no Procon, quer fiscalização da prefeitura para cumprir a Lei 8.479, de 2006, que obriga supermercados a disponibilizar empacotadoras nos caixas.

Marlúcio pede trégua: “Deixem Alcides e Marconi Perillo trabalharem em paz”

l O deputado Marlúcio Pereira (foto) aproveita a eleição de Marconi Perillo para a vice-presidência do Senado para fazer apelo à base aliada em nome da unidade para 2010: “Deixem Alcides e Marconi trabalharem em paz.”, brada ele, com alerta às chamadas cassandras: “Dizem que Marconi fez loucuras na eleição de 2006, mas todas elas foram para eleger Alcides. É preciso acabar com essa rede de intrigas, pensar grande, sem picuinhas, pois, só assim, temos a chance de eleger Alcides ao Senado e Marconi para o governo.”
l Segundo Marlúcio, a divisão da base governista só beneficia a oposição. “O PMDB elegeu o maior número de prefeitos, garantiu hegemonia nos grandes municípios, e Iris Rezende já está em campanha para o governo”, acrescenta ele, rejeitando a ideia de um novo eixo na política de Goiás: “Muitas dessas articulações que são faladas na Capital nem chegam às lideranças do interior. Lá a base continua unida, e todo mundo sabe que o adversário é o PMDB.”

PMDB de guerra
Prefeito de Trindade, Ricardo Fortunato (foto) circulou com Iris Rezende e José Nelto na recepção ao prefeito Beto Richa, de Curitiba. E vestiu o figurino oposicionista no melhor estilo Adib Elias: “Vou privatizar serviços de água e esgoto em Trindade”, disse, confirmando fim da concessão da Saneago há dois anos.
Quebrando gelo
Marconi Perillo ganhou motivação na vice-presidência do Senado. Sobretudo para aparar antigas arestas na base aliada.
Tempo novo
Ao lado de prefeitos, no Sinduscon, Marconi Perillo incorporou orientação de Alcides; admitiu que vai aguardar o cenário político de 2010 e despistou: “Posso nem ser candidato.”
Já vi este filme
Na recepção ao Beto Richa, Marconi ouviu confissão de Iris Rezende sobre o desafio de abrigar 300 suplentes de 14 partidos que o apoiaram. “Tenho ideia desse martírio”, disse ele.
Tucano sabidinho
Sobre propostas para habitação em Curitiba, Beto Richa (PSDB) rasgou seda para Goiânia: “Estou aqui para receber aula com o prefeito Iris Rezende.”
Otoni 2010
Pensando na eleição majoritária de 2010, o deputado Rubens Otoni lança site na Assembleia Legislativa, no dia 12, às 9 horas. Incluindo muita badalação.
May 14

Conceito de Justificação

                    Conceito de Justificação

Comunidade. Luz Para Os Povos

 

Em epistemologia, justificação é um tipo de autorização a crer em alguma coisa. Quando o indivíduo acredita em alguma coisa verdadeira, e está justificado a crer, sua crença é conhecimento. Assim, a justificação é um elemento fundamental do conhecimento.

Os epistemólogos se ocupam das várias características epistêmicas da opinião, incluindo as noções de justificação, autorização, rationalidade e probabilidade. Destes quatro termos, o termo que mais extensamente foi usado e discutido nos vinte anos passados, na filosofia analítica, é justificação.

Justificação (teologia)

Justificação é um conceito teológico presente no cristianismo que trata da condição do ser humano em relação à justiça de Deus.

"Justificação pela fé", também conhecida como sola fide, é um dos conceitos basilares do luteranismo e de todas as denominações cristãs que advém da Reforma Protestante.

Pode-se dizer que essa doutrina foi um dos catalisadores da Reforma. Lutero inspirou-se na afirmação de São Paulo de que "o justo viverá pela fé" (Gálatas, 3: 11), contrariando assim a afirmação da Igreja Católica, que defendia que à se deviam acrescentar as boas obras a fim de se poder alcançar a salvação.

 

 

 

 

 

O objeto da justificação

 

Muitas coisas podem ser justificadas. Opiniões, ações, emoções, reivindicações, leis, teorias e assim por diante. A epistemologia foca nas crenças. Em parte isso é por causa da influência do Teeteto de Platão, onde o conhecimento é explicado como crença verdadeira justificada. O foco da epistemologia costuma ser as frases e proposições.

 Justificação é uma atividade normativa

Uma maneira de explicar a justificação é: crença justificada é aquela que nós temos o direito epistêmico intelectual de defender.

De acordo com o internalismo em epistemologia, de alguma maneira cada um de nós é responsável pelo que acredita. Cada um de nós tem uma responsabilidade intelectual ou obrigação de acreditar no que é verdadeiro e de evitar de acreditar no que é falso.

Assim, a justificação é uma noção normativa. Isso significa que tem a ver com normas, direitos, responsabilidades, obrigações, e assim por diante. A definição padrão de normatividade é que um conceito é normativo se e somente se é um conceito dependente de normas, isto é, de obrigações e permissões (interpretadas muito amplamente) envolvidas na conduta humana. Aceita-se geralmente que o conceito da justificação é normativo, porque é definido como um conceito a respeito das normas acerca das crenças.

[ Justificadores

Se uma crença é justificada, há algo que a justifica. A coisa que justifica uma crença pode ser chamada seu justificador. Se uma crença for justificada, então tem ao menos um justificador. Um exemplo de um justificador seria alguma evidência que o sujeito deveria aceitar. Por exemplo, se uma mulher estiver ciente do fato que seu marido retornou de uma reunião de negócios cheirando a perfume e com sua camisa borrada de batom, o perfume e o batom podem ser evidência para sua opinião que seu marido está tendo um caso. Nesse caso, os justificadores são o perfume e o batom, ou mais especificamente a aceitação dessa evidência; a crença que é justificada é sua crença que seu marido está tendo um caso.

Não todos os justificador teriam que ser evidências. Pode haver outros tipos de justificadores. O importante é que a crença tenha um justificador, para estar justificada. Entre os tipos de coisas que podem ser justificadores de crenças estão (1) outras crenças, (2) outros estados mentais conscientes, além das crenças, e (3) outros fatos sobre nós e nosso ambiente aos quais não temos acesso.

No mais das vezes, o justificador de uma crença é outra crença. Quando, para retornar ao exemplo anterior, a mulher acredita que seu marido está tendo um caso, ela apóia essa crença em outra crença, a saber, a crença que o batom e o perfume são de outra mulher. Estritamente falando, sua crença sobre a traição do marido não é baseada nas evidências "nuas". Sua crença é baseada em uma crença sobre as evidências.

Considere a crença em P. Ou há um justificador para P, ou não. Se for justificado, provavelmente a crença em Q o justifica. Se não está justificada, a crença em P não pode servir de justificação para nenhuma outra crença R.

Por exemplo, suponha que alguém acredite que há vida inteligente em Marte. Sua crença está apoiada na crença que somente uma forma inteligente de vida poderia fazer aquela formação que aparece em forma de rosto em uma foto antiga da Nasa. Assim, a crença que

  • (P) Há vida inteligente em Marte.

É justificada pela crença que

  • (Q) Somente uma forma de vida inteligente poderia ter feito a formação que na foto tem forma de rosto.

Agora suponha que a crença justificadora Q é injustificada. Nesse caso, a pessoa não estaria epistemicamente justificada a acreditar em P. Sua crença seria irresponsável, de um ponto de vista epistêmico. A pessoa não teria o direito epistêmico de acreditar que há vida inteligente em Marte. Sua crença estaria injustificada. Para estar justificada, a crença precisa estar apoiada em outra crença que está ela própria justificada.

Justificação e legitimação

Os filósofos analíticos distinguem entre dois tipos de autorizações, as justificações e as legitimações (entitlements, em inglês). Uma justificação é uma autorização da qual o sujeito dispõe explicitamente. Uma legitimação é uma autorização que o sujeito dispõe mas não é capaz de explicitar.

 

 

  •  comunidade. Luz ParaOs Povos. Pr. Luiz Carneiro

Papa celebra missa para 40 mil em Nazaré

O papa Bento 16 chegou na manhã desta quinta-feira à cidade de Nazaré, no norte de Israel, e celebrou uma missa com a participação de cerca de 40 mil pessoas, perto do Monte do Precipício, de onde segundo a tradição cristã, Jesus foi atirado após um sermão.

Durante a missa, o papa usou o tema da Anunciação, pois Nazaré é considerada a cidade onde Maria foi informada do futuro nascimento de Jesus, para defender a "família tradicional, seguindo o exemplo da Sagrada Família".

A cidade de Nazaré investiu esforços significativos para se preparar para a visita de Bento 16. O anfiteatro no Monte do Precipício foi construído em menos de dois meses.

Árabes israelenses Na visita à Nazaré, o papa se encontra com um segmento da população desta região que ainda não havia encontrado - os cidadãos árabes israelenses.

Nazaré é uma das maiores cidades árabes de Israel. Os árabes israelenses constituem cerca de 20% da população do país. Aproximadamente 10% deles são cristãos.

Os árabes palestinos têm uma identidade ambígua. A maioria se define como palestino. Muitos dos cidadãos árabes israelenses se dizem "palestinos de 48", ou seja, aqueles que permaneceram em Israel depois da guerra árabe-israelense de 1948, quando grande parte da população palestina foi expulsa ou fugiu, gerando o problema dos refugiados palestinos.

Durante a missa no Monte do Precipício, o bispo Elias Shakur falou dos problemas dos árabes cristãos em Israel e destacou o caso das aldeias cristãs de Birim e Ikrit, que foram destruídas pelas tropas israelenses em 1948.

Os moradores tornaram-se cidadãos israelenses depois da criação do Estado de Israel e exigem a devolução de suas terras.

Ainda nesta quinta-feira, o papa deverá se encontrar em Nazaré com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.

Esse será o primeiro encontro mais longo dos dois líderes desde a chegada do pontífice à região, quando Netanyahu o recebeu no aeroporto internacional Ben Gurion.

Durante sua visita, o papa manifestou opiniões contrárias às posições do atual governo israelense em relação à solução do conflito com os palestinos.

Bento 16 defendeu a criação de um Estado Palestino independente e soberano, posição que o premiê Netanyahu não aceita.

Durante sua passagem pela cidade palestina de Belém, na terça-feira, o papa também criticou a barreira construída por Israel na Cisjordânia e solidarizou-se com os refugiados palestinos no campo de refugiados de Aida. Comunidade. Luz Para Os Povos Pr. Luiz Carneiro
May 08

DISCERNIMENTO

Discernimento

Deus descreveu as crianças de Nínive como pessoas que “não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda” (Jonas 4:11). O discernimento é uma característica de maturidade. Crianças não têm a mesma capacidade de distinguir que os adultos têm.

Espiritualmente, também, o discernimento é uma característica de maturidade. Adultos na fé são “aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para dicernir não somente o bem, mas também o mal” (Hebreus 5:14). Atitudes carnais impedem o crescimento e impossibilitam o discernimento espiritual (1 Coríntios 3:1).

O discernimento que vem pelo estudo e pela aplicação prática da palavra nos capacita para escolher bem. Escolhemos entre alvos celestiais e prazeres terrestres. Escolhemos entre a santidade e a imundícia. Decidimos obedecer e amar, ao invés de sermos rebeldes e teimosos. Buscamos entendimento da vontade de Deus, e fazemos questão de praticar o que o Senhor pede. Por isso, doutrinas e práticas que vêm dos homens não servem. Insistimos na pureza da palavra de Deus.

Comunidade. Luz Para Os Povos. Pr. Carneiro.

Falando sobre STF absolveu réus do mensalão por 5 votos a 3 - Artigo - notícias

predicta

 
stum
    home    voltar cadastre-se   clube stum    

Você sabe discernir?
Você sabe discernir?
Pr.Carneiro Luiz

A palavra discernir tem por uma de suas definições perceber claro por qualquer dos sentidos. Esta definição se torna completa quando entendemos que somos dotados de sete sentidos. Os cinco primeiros, os físicos, mais tradicionais, que nos permitem o exercício da percepção sensorial. O sexto, que nos faz perceber extra-sensorialmente ou além dos sentidos básicos e o sétimo, o sentido da Empatia.

O Discernimento é uma capacidade. Discernir é, na realidade, o ato de reconhecer a razão essencial de tudo, em tudo e em todos. A razão essencial releva a causa daquilo existir. Descobrindo a causa sabemos o porquê e, sabendo este porquê, deixamos de ignorar e passamos a compreender. Quando compreendemos, passamos a ter uma enorme capacidade de aceitar as coisas boas e as ruins ou até de transformar o que seria ruim em algo bom ou válido.

A capacidade de discernir é um aprendizado que nos leva a entrar em sincronia com o universo. Ou seja, somente discernindo conseguiremos viver o dia-a-dia compreendendo a justiça e a injustiça, o amor e o ódio, a alegria e a tristeza, a felicidade e a infelicidade... Aprendemos a perceber e a distinguir o que tem ou não valor sem que essas disparidades do cotidiano nos atinjam essencialmente a ponto de alterar inadequadamente a nossa qualidade espiritual ou desnortear as metas evolucionais positivas que traçamos para a nossa vida.

Para aprendermos a discernir, primeiro temos que nos entender como estruturas compostas por espírito, mente e corpo. O corpo tem a função de captar estímulos através dos sentidos. A mente tem a função de dar nexo aos estímulos captados. Por exemplo: sinto sede e necessito apanhar água. Pois bem, eu tenho sobre a mesa uma colher, um pires e um copo. A minha mente motivada pela necessidade do meu corpo físico, a sede, vai definir através de um sistema de nexos qual é o recipiente mais adequado para me permitir o suprimento daquela necessidade de uma forma mais objetiva e precisa. Assim, certamente, minha mente definirá o copo, a não ser que alguma perturbação mental altere o processo ou que esteja experimentando coisas novas como fazem as crianças.
É no espírito que ocorre a síntese e a qualificação de tudo o que vivemos, mesmo em um simples ato de tomar água. Sentindo o que recebemos como bom ou ruim agregamos valores ao nosso espírito. Este, em movimento reflexo, devolve à mente a síntese formulada para que esta possa incidir sobre o corpo que, obedecendo à ordem executada, passa a se expressar.

Se uma experiência for boa, somaremos no espírito a síntese de amor em diferentes sutilezas, na mente a tranqüilidade e no corpo o equilíbrio funcional. Caso contrário, seremos invadidos por diferentes sutilezas - de ódio essencialmente - por intranqüilidade e confusão na mente e, por fim, terminaremos por somatizar doenças no corpo físico.
O discernimento aplicado em tudo que vivemos funciona como uma vacina que nos imuniza do ódio e de todas as suas conseqüências.

Mas, como aprender a discernir?
Aprendemos a discernir quando reconhecemos que tudo funciona através de um tripé de processamento dos estímulos, que define que todos os estímulos que recebemos seguem exatamente o caminho traçado por: INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E DISCERNIMENTO em natural correlação com CORPO, MENTE E ESPIRITO.
É um erro acreditarmos que somos capazes de dar conhecimento ou discernimento a alguém. O máximo que conseguimos é dar informações. Sempre, tudo que nos chega através dos sentidos, por imagens, sons, ou quaisquer sensações em uma leitura, uma palestra, um filme, uma aula são apenas informações.
O conhecimento só é obtido através da disponibilidade de quem recebe as informações em poder, ou não, mobilizar sua atenção nelas. Se a atenção for mobilizada nas informações, ou seja, se aquilo chamou a atenção e estimulou a concentração, as informações se transformarão em conhecimento através dos nexos disparados pela mente. Quanto maior a nossa capacidade mental ou a capacidade de dar nexo, mais e maior conhecimento obteremos.

E, o que é conhecer? É simples! Imagine uma caneta. Certamente a imensa maioria das pessoas é capaz de imaginar uma caneta apesar das variações dos modelos, formas, cores, etc. Isso acontece porque todos nós, desde pequenos, vemos canetas e enquanto recebemos as informações sobre aquele objeto, transformamos essas informações em conhecimento. Assim, conhecemos uma caneta. Só que existem milhares de tipos de canetas e muitas delas com funções e qualidades específicas.

Quando já mobilizamos a atenção no conhecimento que temos da caneta passamos a exercitar o discernimento. Discernir é buscar compreender a razão de ser das coisas do universo, aquelas que definimos como as criadas por Deus e também as criadas pelo homem, assim como a razão do próprio homem e, acima, do próprio Deus.

Tudo o que existe tem uma razão para existir. Descobrir essa razão é discernir. Ainda no exemplo da caneta que conhecemos como um objeto de grafia, algo feito para grafar, podemos imaginar que numa sala de aula, ao invés de escrevermos no quadro branco com a caneta apropriada, vamos utilizar uma esferográfica. O estrago no quadro branco seria inevitável e, o pior, ninguém conseguiria receber as informações contidas nele, pois não conseguiriam lê-las. Portanto, discernir é simplesmente reconhecer a razão de ser de tudo; utilizar qualquer objeto, em qualquer situação da forma correta, de acordo com sua razão.

O exemplo da caneta é simples, mas podemos expandi-lo para os nossos relacionamentos pessoais, profissionais e para tudo aquilo que nos rodeia. Ser discernido é ser sábio e podemos ser sábios em nosso dia-a-dia, pequenos sábios, vá lá, mas... sábios! Podemos ser ponderados e ter bom senso. Isso é sabedoria! Podemos ir além dos aspectos racionais das coisas e dos fatos. Podemos ir além da pura intelectualidade! Afinal, o gênio faz guerra, mas o sábio não!

.
   
  
imprimir enviar outros artigos
 

predicta
   
        spacer
 
 
 
 
   
spacer
 

Citação

STF absolveu réus do mensalão por 5 votos a 3 - Artigo - notícias

Comunidade.Luz Parfa Os Povos

 


 

 
nossos dever é sermos divulgadores do Reino De Deus Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
para todos os marista
rever quantos continentes temos naterra
Que todos os amantes de Deus Sejam aciduos Leitores da Biblia.